O Fedora 8 foi lançado no dia 08/11/2007 e, apesar do meu desktop rodar Zenwalk, resolvi testar ele.
Após todo o processo - download,verifica,grava,boot - estava com o gnome 2.20.1 rodando via live CD.
O visual do nodoka é show.
Olhei aquele ícone quase me mandando instalar no HD, "grudei" dois cliques nele e fui seguindo as etapas. Infelizmente tive problemas na instalação.
O HD em questão possuia 3 partições xfs e a tradicional swap e por mais que eu removesse e reparticionasse utilizando o instalador do Fedora ele não conseguia formatar meu sda4. Erro fatal. Paciência. Mandei um slackware no boot, cfdisk, delete-delete-delete-delete, write, quit, restart e consegui instalar. Após as configurações iniciais do primeiro boot, lá estava eu logado admirando o visual.
O que me chamou a atenção logo de cara foi o fato de que, para mim, o Fedora pareceu dar o boot (affe. Não "seje" maroto) mais rápido do que o Ubuntu 7.10, e também abrir janelas sem "pensar" muito.
O primeiro passo foi seguir algumas dicas nesse comparativo e desabilitar alguns serviços o que melhorou o tempo de boot. Mais confortável com tudo, parti para "agressão": Como compartilho com o TaQ em tudo o que tange ao Mono, saquei um terminal e mandei ver no yum. Divertido ver o mono indo para a casa do...
Em um resumo simplório:
PRÓS: Aqui posso dizer que o Fedora possui todas as características que o usuário gosta, não da para elencar todas. Saliento que eu achei ele mais rápido que o Ubuntu.
CONTRAS (umas bobagenzinhas, coisa minima):
- A instação no meu caso foi meio problemática
- Ao instalar o openoffice os menus não foram adicionados (instalei os pacotes openoffice.org-base, core, writer, calc, impress e não resolveu)
- Instalar o plugin do flash requer umas manobras a mais.
Fora esses detalhes, recomendo o Fedora para que quiser experimentar.
Após todo o processo - download,verifica,grava,boot - estava com o gnome 2.20.1 rodando via live CD.
O visual do nodoka é show.
Olhei aquele ícone quase me mandando instalar no HD, "grudei" dois cliques nele e fui seguindo as etapas. Infelizmente tive problemas na instalação.
O HD em questão possuia 3 partições xfs e a tradicional swap e por mais que eu removesse e reparticionasse utilizando o instalador do Fedora ele não conseguia formatar meu sda4. Erro fatal. Paciência. Mandei um slackware no boot, cfdisk, delete-delete-delete-delete, write, quit, restart e consegui instalar. Após as configurações iniciais do primeiro boot, lá estava eu logado admirando o visual.
O que me chamou a atenção logo de cara foi o fato de que, para mim, o Fedora pareceu dar o boot (affe. Não "seje" maroto) mais rápido do que o Ubuntu 7.10, e também abrir janelas sem "pensar" muito.
O primeiro passo foi seguir algumas dicas nesse comparativo e desabilitar alguns serviços o que melhorou o tempo de boot. Mais confortável com tudo, parti para "agressão": Como compartilho com o TaQ em tudo o que tange ao Mono, saquei um terminal e mandei ver no yum. Divertido ver o mono indo para a casa do...
Agora mais leve (eu) e tranquilo, comecei a ver outras coisas que eu não gosto/preciso: Evolution, Abiword, Gnumeric, Rhythmbox. Como utilizo webmail bastou instalar o OpenOffice e o Exaile e já tinha as funcionalidades perdidas de volta. O yum estava viciante: mysql, postgresql, vim, php (e vários módulo), tudo muito simples e fácil.
O fedora já vem com algumas opções de segurança como um fiirewall já ativado e o SELinux cuidando para que você não faça cagadas (ou pelo menos faça elas de forma consciente :D).Em um resumo simplório:
PRÓS: Aqui posso dizer que o Fedora possui todas as características que o usuário gosta, não da para elencar todas. Saliento que eu achei ele mais rápido que o Ubuntu.
CONTRAS (umas bobagenzinhas, coisa minima):
- A instação no meu caso foi meio problemática
- Ao instalar o openoffice os menus não foram adicionados (instalei os pacotes openoffice.org-base, core, writer, calc, impress e não resolveu)
- Instalar o plugin do flash requer umas manobras a mais.
Fora esses detalhes, recomendo o Fedora para que quiser experimentar.


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